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O livro meu

  Queria que o interfone tocasse, a porteira que costuma estar às terças e quintas me avisasse com aquela empolgação fora de noção – típica de menina nova, animada com primeiro emprego – e eu fosse até a entrada do condomínio porque chegou o livro que eu queria. Um livro que não pedi, mas que esperei muito. Quando abro o pacote e vejo sua capa, não sei explicar como ela é. Sinto que ela me atrai, que traz minha atenção para mim mesmo, que some com tudo que tem em volta. É uma capa que me dá uma alegria tranquila, sem entusiasmo, uma seriedade gostosa, sem melancolia. Não sei mais onde estou, mas não é um lugar que costumo estar de segunda a segunda. Não sei se uso óculos para a leitura, se de pé, deitado ou sentado, a história simplesmente acontece em minha cabeça e aos poucos preenche o meu corpo também a cada virada de páginas em que não vejo letras. Neste livro a protagonista usa uma blusa leve, branca, pouco transparente, estampada com grandes flores alaranjadas, a história s

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